quinta-feira, 30 de junho de 2016

PARCERIAS PARTIDÁRIAS

   O Partido do “Mais Dinheiro no Bolso”
                        Firmou espúria parceria,
                        Com o Partido dos Tenebrosos.
                        No início, o resultado até parecia
                        Favorável ao país, com fartos almoços,
                        Que seriam distribuídos à população.
                        Mas, multiplicaram-se os casos escabrosos,
                        E nem mesmo um pouco de esperança restou,
                        Pra matar a fome, num simples “restô”,
                        Na periferia, à margem das rodovias.
                        Instalaram uma extensa REDE de corrupção,
                        Capaz de deixar o mais pacato cidadão,
                        VERDE de vergonha, revolta, ira e decepção,
                        Descrente da governança e do SOLIDARIEDADE,
                        Pois o Regime não encontrou SUSTENTABILIDADE.
                        Seus recursos materiais foram dilapidados.
                        Seus símbolos e valores morais afrontados.
                        A imensa e diversificada “base aliada”,
                        Que tem dentes afiados e língua afiada,
                        Para inverter a verdade, exaltar a mentira
                        E devorar o Orçamento da Nação,
                        Desmoronou por obra da “delação premiada”,
                        Movida pelo temor de longa punição.
                        Assim, a cada nova revelação
                        Constatou-se os milhões desviados
                        Em favor de ególatras e de ditaduras,  
                        Reafirmando que as agremiações políticas Incontáveis,
                        Constituídas de falsos notáveis,
                        Não têm nenhum IDEAL REPUBLICANO.
                      São apenas especialistas em artimanhas,
                        Que lhes garantem sucessivas reeleições,
                        E jamais cogitam sobre os anseios
                        Dos seus eleitores, quase todos, miseráveis.
                        Uns até revelam-se bons frasistas,
                        Mas, em verdade, todos são farsistas,
                        Com acentuados toques fascistas.
                        Eles desfrutam de privilégios inimagináveis:
                        Plano de saúde integral e vitalício,
                        Cartões corporativos, verbas de gabinete,
                        Para sustentar assessorias e outros vícios,
                        Enquanto o cidadão abandonado,
                        Segue o seu destino, desolado,
                        Suportando impostos, sob porrete.
                        Eles, os chefes dessa vil quadrilha,
                        O nosso Brasil estraçalhou,
                        Impôs à sociedade a inversão de valores,
                        Acentuou a divisão das classes sociais
                        A desordem, o desemprego, a recessão,
                        A banalização da vida, a vulgarização da cultura,
                        O incentivo ao consumo e ao tráfico de drogas,
                        A mendicância, a preguiça e a vadiagem.
                        Cínicos! Fariseus exponenciais,
Invocam décadas de serviços prestados,
                        Em defesa da Liberdade, da Democracia,
                        Do bem estar social e do crescimento da economia,
                        Mas o país desce a ladeira, na benguela,
                        E o povo, coitado, acompanha-o, banguela.
                        Hoje o Brasil repartido entre os PARTIDOS,
                        Sob o comando de vis POLÍTICOS,
                        Chora e invoca firme reação,
                        Dos verdadeiros amantes da Ordem,
                        Para afastar seus filhos paralíticos,
                        Moralmente, mentalmente, emocionalmente... 
                        Ah, os chefes dessa vil quadrilha,
                        Que se apossou do povo e do Estado, 
                        São os donos de sítios e de belas ilhas,
                        São tenebrosos bandidos,
                        Que do país deviam ser banidos,
                        E pelos braços de um carrasco indignado
                      Suportarem mais de mil chibatadas,
                        Em nome da honra do país, por eles aviltada.

AO MAR VÃO

      Muitos ao Mar Vão...
                                   Uns buscam desvendar mistérios,
                                   Outros tesouros e alimento,
                                   Outros ainda, lazer e aventuras,
                                   Meditação e isolamento,
                                   E até mesmo atos de bravuras,
                                   Observado os respectivos critérios,
                                   Cada um com suas loucuras.
                                   Eu fui à casa de um Rei.
                                   Onde muitos amigos encontrei,
                                   Num ambiente festivo e acolhedor,
                                   Com boa música, peixe delicioso,
            Vinho fino, tinto, seco e saboroso,
           Cujos nomes “rapariga da quinta”,
           “Pródigo” e “periquita”,
           Despertam sensações esquisitas.
           E eu cá com o meu “bigode”,
           Lembro dos “muros antigos”,
           Locais de afagos e perigos.
          O encontro, uma Glória, uma festa,
                                Para celebrar o aniversário de natalício
                               Do Reinaldo, meu amigo vitalício,
                               Homem bom, alma de poeta,
                               Muito bom, no seu ofício.
                              Então, resta-me rogar ao Pai celestial,
                              Que reserve a esse amigo especial,
                              Prosperidade, material e espiritual,
                             Claro, com o abraço de sempre,
                            Do amigo João jeremias Chene.
                                    Mosqueiro, 07 de junho de 2015.

OS CRÍTICOS INCOERENTES DE BOLSONARO

  Durante a votação na Câmara para aprovar ou rejeitar a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma, a nação estarrecida, assistiu estapafúrdias homenagens prestadas pelos senhores deputados, que como justificativa do respectivo voto, invocaram a família, a religião e o eleitorado.
                        Entretanto, três despertaram a atenção do telespectador: um em homenagem “ao grande líder lula”, tido pelo chefe do Ministério Público Federal como chefe do “petrolão”, tanto que o apontou como a peça–chave no esquema afirmando que “essa organização criminosa  jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse”, e nessa condição ainda ousou agredir e desafiar as Instituições Públicas, inclusive o STF, e ameaça “incendiar o país”, com o seu “exército”.
                        Na mesma direção, um deputado do PSOL, ao anunciar o seu voto, prestou homenagem a Carlos Marighella, guerrilheiro da Aliança Libertadora Nacional, que escreveu um manual de guerrilha, na qual defende a execução sumária de desafetos, e por fim, o Deputado Jair Bolsonaro, dedicou o seu voto ao Cel. Brilhante Ustra, tido pela esquerda como torturador, à época do regime militar, que é brilhante, ainda que no nome.
                        Esclareça-se desde já que não comungamos com nenhum tipo de tortura, crime tipificado no ordenamento pátrio, (Lei 9.455/97, editada no governo FHC) como hediondo, e creio igualmente que nenhum ser humano defensor da Liberdade, do Direito e da Justiça, dotado com um mínimo de sentimento de solidariedade, possa defender essa prática abjeta, que só honra os seguidores de regimes totalitários.
                        Cesare Boneseana, o Marquês de Beccaria, um dos responsáveis pela humanização do Direito Penal, defendia que o ser humano deve ser tratado com compreensão, inteligência e tolerância, porque os dolorosos gemidos do torturado, sacrificado à ignorância cruel e covarde do torturador, sob as ordens de um tirano, é certamente a maior agressão à dignidade humana e à Lei Divina.
                        Nesse sentido, entendo que a tortura, praticada, ontem e hoje, aqui e alhures, contra inocentes ou culpados por se tratar de crimes inaceitáveis, deve ser firmemente reprimida e condenada com a força da alma e, sendo dessa forma, não vejo sinceridade e coerência daqueles apontam a tortura havida no regime militar e esquecem os crimes praticados por muitos guerrilheiros, que lutaram contra o governo instalado no Brasil, não em defesa da Democracia, mas para instalar um governo eufemisticamente denominado de socialista para esconder a rudeza do comunismo, como disse acertadamente, Fernando Gabeira, que foi um contra revolucionário de valor.
                        Ficamos profundamente entristecidos e decepcionados quando assistimos pessoas ignaras ou simplesmente espertas, em defesa dos seus interesses, acusarem “a ditadura militar” de praticar a tortura e gritam “tortura nunca mais”, mas em silêncio, conforme o Ministério Público Federal, criaram organizações criminosas, para em “tenebrosas transações” subtraírem verbas que deveriam ser aplicadas para aliviar o sofrimento de aposentados que morrem sem assistência médica e hospitalar, de crianças que não têm o pão nem do corpo nem da alma, de jovens que, por falta de ensino profissionalizante, seguem sem emprego, perdem a esperança e ingressam no mundo das drogas.
                        E, são esses mesmos críticos do governo militar que aliam-se e reverenciam as ditaduras, como a de Cuba, que há mais de meio século explora o povo que, por não suportar a miséria e a tortura e a falta de liberdade de expressão, preferia se aventurar nas águas geladas do oceano, enfrentando tubarões, na direção dos Estados Unidos e, hoje, graças a esse país imperialista, está se inserindo na vida moderna.
                        Na mesma situação se encontra a outrora próspera Venezuela, que sob o governo de um senhor, que de tão maduro, está apodrecendo, mas ainda assim desfruta de todos os prazeres e se limita a acusar o “capitalismo”, enquanto mantém prisões subterrâneas, semeia a tortura, e a fome, o terror e a desesperança no seio da população.
                        Esqueceram esses malditos e falsos defensores da liberdade, que o regime comunista da antiga URSS, assassinou milhões de nacionais; que o nazismo, igualmente matou milhões de judeus; que o fascismo de Mussolini fez o mesmo e que o povo da Alemanha Oriental, que se auto denominou Democrática, só não morreu de fome e frio, graças a República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental).
                        Enfim, quem se alinha e defende essas atuais ditaduras, porque não é sincero, não tem autoridade moral para acusar de torturador o governo militar, afinal, os que afirmam que foram vítimas de torturas, ao receberem bilhões em indenizações, que poderia ser aplicado nos precários sistemas de saúde e educação do povo, que eles fingem defender, revelaram não possuir nenhum ideal nobre e somente má memória, eis que votada foi uma Lei 6.683/28/08/79 que, com o propósito de pacificar o país, estabeleceu a ANISTIA PARA TODOS OS ENVOLVIDOS NA GUERRILHA, supostamente agentes de crimes.
                 Finalmente, cumpre destacar que na ausência de homens perfeitos, assinalar defeitos de alguém não significa anular suas virtudes e, enquanto reitero que sou contra a tortura, aqui, na Venezuela, em Cuba, na Coreia do Norte, nos EUA e em qualquer lugar, afirmo que vejo o Deputado Jair Bolsonaro como um incansável defensor da Ordem, da Família e dos valores tradicionais, base para o progresso econômico do país e da consolidação da ética e da moral na sociedade.

GOVERNANTES DO BRASIL

 Gravitam em torno de ouro e poder.
            Olvidam, com a Lei e a Ética, o sagrado dever.
            Verdadeiros abutres, assaltam o erário,
             Em parcerias com espúrios empresários. Cúmplices e clientes.
            Reservam-se o máximo de luxo e prazer,
            No entanto, ao cidadão, negam o necessário.
            Aloprados, hipócritas, cínicos e vigaristas
            Nem de longe lembram um estadista.
            Julgam-se sábios, não passam de sabidos.
            “Topam tudo por dinheiro”. Uns dizem-se socialistas.
            É esse o nosso atual e triste cenário,
            Sobrepondo-se aos justos anseios da nação. Parentes e aderentes.
            Diariamente, anunciam os jornais,
            Operações da laboriosa Polícia Federal,
            Buscando lícitas provas materiais;
            Rompendo com a velha tradição:
            Algemas estão reservadas aos pretos e pobres.
            Sérgio Moro, lembra Berlim, e repetindo o moleiro,
            Inscreve nos “anais” dos falsos republicanos:
            Lei é igual pra todos os humanos.
            (E que Deus proteja e fortaleça as raras exceções,
            Presentes em nossas maduras Instituições;
            Nos livre dos comunistas matreiros,
            Fantasiados de democratas liberais,
            Que querem “venezuelar” o Brasil,
            E nos torturar e nos escravizar.
            A eles, óleo de peroba e buril
João Chene

TRAIDORES E DELATORES

  Os dicionários apontam essas palavras como sinônimo, porém vejo entre elas sutil diferença fundamentada nas circunstâncias que envolvem a ação e seus propósitos, eis que até mesmo Ciência do Direito, em constante aperfeiçoamento, classifica os atos humanos em dolosos, àqueles praticados com a intenção de causar danos à integridade física da pessoa natural ou ao seu patrimônio e os culposos, a mídia repete amiúde, quando não há intenção de causar qualquer dano à vítima e, por isso, a punição para os dolosos é sempre mais severa.
                        No mundo político, social, religioso e familiar, muitas ações humanas, com desprezo às circunstâncias e sem a devida consideração sobre o estado psicológico em que se encontrava o autor no momento da ação, passaram para a história como “atos de traição”, que permanecem na consciência coletiva, como pessoas vis, merecedoras de todo reproche, como se fosse possível alguém penetrar nos profundos recessos do coração humano.
                        A história e a teologia, por exemplo, consideram que a atitude de Judas Iscariotes, que recebeu trinta moedas de prata dos sacerdotes do Templo, para facilitar a prisão de Jesus Cristo, como um gesto de alta traição e, do mesmo modo a tripla negação de Pedro, perante a criada, diante da guarda pretoriana e do parente de Malco, que por ele, o apóstolo, teve a orelha decepada.
                        Em relação ao comportamento de Judas, a história revela que, à época o povo judeu estava dominado e explorado pelo Império Romano, em associação com alguns príncipes judeus, enquanto os “zelotes”, que não eram os “zés dos lotes”, latifundiários e sim grupo de jovens idealistas, sonhavam libertar Israel, que segundo o Messias iria dominar o mundo.
                        Judas fazia parte desse grupo e estava convencido de que Jesus era O Messias prometido e tão esperado e cuja missão era exatamente a de expulsar o exército romano, bem treinado e altamente disciplinado, qualidades insignificantes para um patriota sonhador, por isso, armou o cenário, entregando Cristo aos sacerdotes, acreditando numa resposta indignada do povo, mas só não considerou que para o povo, ainda tem muita eficácia a lei de um só artigo: “cada um cuide si”. 
                        Não sabemos se Pedro ao negar Cristo invocou a citada lei ou o bom senso, pois, naquela circunstância, provavelmente ele teria tido o mesmo destino de Jesus, e a humanidade nada teria lucrado com o seu suposto gesto de heroísmo, afinal, grandioso é o trabalho de Pedro em favor da divulgação dos ensinamentos do Mestre e do desenvolvimento do cristianismo.
                        E o que dizer do comportamento protagonizado pelo grande apóstolo Paulo que, enquanto defensor ferrenho do judaísmo perseguiu os seguidores de Cristo até o grande encontro, em Damasco, quando, em razão de convicção pessoal, empregou na defesa do cristianismo nascente a mesma firmeza, sinceridade e energia que aplicara na defesa do judaísmo.
                        No cenário político, o exemplo exuberante é o relacionado com Júlio César, homem de escol, que exerceu importantes funções no Império Romano, em muito contribuindo para ampliar suas fronteiras e torná-lo respeitado e admirado, mas tanto se envolveu com o poder que, de ditador desejava ser cultuado como um deus, talvez por isso, um grupo de 60 conjurados, que alegavam a defesa dos ideias republicanos, o assassinaram em pleno Senado, ocasião em que ele, a vítima, surpreso com a presença do seu sobrinho e filho adotivo, portanto, herdeiro do seu patrimônio político e material, pronunciou a famosa frase: “Até tu Brutus, meu filho?
                        No confronto entre gregos e persas, comandados por Xerxes, em 480 a.C. o general Leônidas, à frente de trezentos espartanos, no desfiladeiro das Termópilas, foi traído por Efialtes, atitude considerada vil e que terminou inspirando a resistência grega a sustentar a guerra e ir em direção a vitória final.
                        Após a lembrança dessas passagens, de todos conhecidas, e afastando-se as confissões obtidas sob tortura ou por ingenuidade do declarante, é hora de situar, segundo o meu sentir, a diferença fundamental entre TRAIÇÃO E DELAÇÃO, afirmando que aquela ação é comum na “corte” e no meio político, é sempre violadora da consciência, é premeditada, visa a obtenção de uma vantagem pessoal, relacionada com o poder ou com recursos monetários e cuja repercussão no meio social é sempre negativa.
                        A delação, figura legal apoiada na 12.850 de 02/08/13 é também uma trama premeditada que objetiva também vantagem pessoal, representada pela redução da pena, porém é fruto do arrependimento do agente que deseja corrigir erros, reparar danos e se reencontrar com a sua própria consciência e cuja repercussão no meio social é positiva, pois contribuiu à prestação jurisdicional e à obtenção da Justiça, que entre os gregos antigos é a virtude por excelência e ideal de felicidade e, se é assim, resta-me reconhecer a contribuição dos delatores, para a mudança de rumo da política partidária no Brasil.
João Chene

CONHECIMENTO E FÉ

O conhecimento e a fé são duas experiências distintas. A primeira está relacionada com a inteligência, é uma conquista da razão, pois quem passa a conhecer, jamais vai ignorar o aprendizado. A fé é uma experiência emocional, assenta-se no sentimento, que vai se renovando e se fortalecendo à medida que o conhecimento vai se ampliando, se diversificando e se aperfeiçoando, embora a existência dos grandes desvios morais, sob a forma de guerras, massacres, e a tortura de prisioneiros, patrocinados por pessoas altamente intelectualizadas e por Estados que já dominam o mundo microscópico e a tecnologia espacial.
Assim, por exemplo, quando um paciente, submete-se a uma consulta clínica e o médico, após auscultá-lo e analisar os diversos exames laboratoriais, firma determinado diagnóstico, o faz baseado no conhecimento adquirido ao longo da sua trajetória acadêmica, restando àquele, aceitar ou não, conforme a credibilidade que o profissional tem perante a sociedade e a sua experiência de fé, pelo que podemos afirmar que Jesus, neste mundo, agiu com conhecimento, da ciência vigente à sua época e das leis espirituais, daí porque Ele afirmou "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida" e realizou curas até hoje tidas por muitos como milagres.
Os que, ainda não alcançaram o verdadeiro significado das máximas, "o amor tudo constrói" e "o amor cobre a multidão de pecados", entendem como milagrosas as manifestações de amor, patrocinadas por Jesus, em favor de tantos deserdados da sorte que encontrou no seu caminho, certamente porque ainda cultivam a fé rudimentar, que tudo aceita sem um exame criterioso das causas determinantes das ocorrências que os cercam e cujas explicações e justificativas, ao invés de procurarem na razão e no bom senso, simplesmente buscam nos dogmas e mistérios.
Essa onda de misticismo que se renova e se alastra, nos dias atuais, apesar do elevado avanço científico e tecnológico, tem suas raízes, ora no completo desconhecimento dos ensinamentos ministrados pelo Mestre Maior da humanidade, ora na interpretação equivocada ou na deturpação de tais lições, para atender interesses transitórios e então, nesse clima de confusão mental, basta um falso profeta apresentar-se com um sugestivo nome oriental, com um turbante sobre a cabeça e uma barba farta, combinando antigos conceitos, extraídos de sábios e filósofos chineses, indianos, egípcios e gregos, para estabelecer nova ordem alimentar, novas posturas meditativas para captar bons fluídos e as energias curadoras do sol e da lua, enfim, instalar a crença na obtenção de milagres.
Tal comportamento do homem é perfeitamente compreensível e aceitável, porém, naqueles tempos em que ele ainda ensaiava seus primeiros passos na direção da atual civilização, quando ele para explicar e vencer os seus temores, recorre à ajuda e à proteção dos astros e até de animais, aos quais ele passa atribuir poderes divinos, porém, hoje, com o instrumental científico e a massificação de informações postas à sua disposição, que lhe permite entender os fenômenos que ocorrem à sua volta, explicá-los com base nos mistérios, afigura-se absolutamente inaceitável, eis que tal conduta equivale a um deliberado desprezo do bom senso e completa indisposição para o exercício do raciocínio lógico.
Certamente que a Fé, sempre em perfeita harmonia com o grau de compreensão da realidade em que se encontra o crente, é interpretada pela imaginação e apoiada pela maturidade intelectual do crente, encerra uma experiência personalíssima e por isso, questões relativas à fé não podem ser motivos de controvérsias e antagonismos pessoais e até motivo de guerras entre Nações e Estados, porém, tendo-se em vista a permanente busca da verdade, é razoável admitir séria e serena investigação com a finalidade de se identificar se suas bases e origens repousam sobre a areia ou sobre a rocha que resiste às tempestades.
Importante ressaltar que a partir do momento em que o homem entendeu que o sustento do seu corpo havia de ser obtido com o suor do seu rosto, (embora alguns religiosos, em bacanais secretos insistam em viver com o suor do rosto alheio) ele abandonou as práticas contemplativas e aceitou atitudes mais ativas, como um mandamento divino, na busca do progresso material do planeta e do seu próprio, tanto no sentido moral quanto intelectual, afinal, não é ele um simples turista para somente desfrutar do que a terra tem a lhe oferecer.
Sendo dessa forma, a máxima contida no Eclesiastes, segundo a qual "o aumento da ciência provoca o aumento da tristeza", carece de melhor interpretação, afinal, por ser interminável o processo evolutivo, essa tristeza certamente se refere à tristeza que o ser experimenta de se descobrir ignorante e, nesse particular, não duvido, o gênio Leonardo da Vinci tem razão quando afirma que "o mais nobre prazer é o júbilo de compreender" e, provavelmente por esse motivo quando o desejo de conhecer desperta no coração do homem nada mais o detém e, adeus primarismo.
Seguramente o que distingue o homem de outros animais é exatamente a sua capacidade de pensar e refletir o seu próprio pensamento e o de terceiros, tal como constatamos em Ésquilo, na sua homenagem indireta à humanidade na pessoa de Prometeu: "ouça agora as misérias dos mortais e perceba como de crianças que eram eu os fiz seres de razão, dotados de pensamento. No início eles enxergavam sem ver, ouviam sem compreender e semelhantes às formas oníricas, viviam sua longa existência na desordem e na confusão."
O ser humano, como é sabido, criado pela sabedoria divina, como dissemos, certamente não foi enviado para esse planeta na condição de turista, ao revés, tem o dever de se conservar e de se multiplicar e principalmente de engendrar esforços para melhorar a paisagem dessa sua morada transitória, contribuindo com o seu esforço e energia para construir uma sociedade mais fraterna, e tal ação só pode ser executada com a obtenção do conhecimento científico, base da fé raciocinada.
Acreditamos sinceramente que é através da intuição que nos apercebemos mais facilmente das realidades divinas e se processam as maiores realizações científicas, sentença que claramente se harmoniza com o entendimento do Espírito Emmanuel, quando sustenta que "o sentimento ilumina e clareia a razão", entretanto, acreditamos também que somente o fortalecimento da razão é capaz de despertar a Fé raciocinada.
#fe #razao #amor #luz #sabedoria 
~João Chene~

A MEDIUNIDADE NOS ANIMAIS.

(Foto: @gatotitus) 

O Mestre divino, quando interrogado por Pôncio Pilatos sobre a verdade, preferiu o silêncio limitando-se a dirigir ao seu interlocutor um olhar carregado de ternura, sabedor que a verdade, não obstante, ser una e universal, não é apreendida do mesmo modo por todas as pessoas, mas segundo o nível evolutivo de cada espírito, que nos é dado pelo seu grau de inteligência e moralidade alcançado durante sua trajetória, daí porque nem todos estão em condições de assimilar e compreender os mesmos aspectos de uma situação, que apresentam-se diferentes para um homem rude, um cientista, um filósofo ou um místico, eis que cada um tem o seu referencial de valores e conseqüentemente uma forma especial de apreciar um fato.
Aos que ainda desconhecem a doutrina espírita, codificada por Allan Kardec, o bom senso reencarnado, lembramos que ao espiritismo está reservada a nobre missão de restaurar o Cristianismo, ampliando e renovando a compreensão do homem sobre as sentenças do Evangelho, sem artificialismo e dogmatismo, redirecionando a inteligência do homem moderno, afastando-o do misticismo e do intelectualismo vazio, ensinando-o a combinar o sentimento com a razão para que assim ele possa aprender a distinguir claramente a cientificidade do cientificismo e a religiosidade do religiosismo, este sempre marcado pelos ritos e vestimentas extravagantes, pela valorização de símbolos, das práticas exteriores, da pompa e do fausto e também pela rígida hierarquia sacerdotal, quase sempre aliada ao poder temporal que em tudo lembram àqueles que julgaram e condenaram Jesus.
Existem pessoas que, ao apreciarem um conjunto de fatos ou de questões, aparentemente iguais, terminam utilizando-se de raciocínios simplistas, desprovidos de senso lógico para generalizarem suas conclusões sempre de modo precipitado, pois valorizam fundamentalmente as aparências gerais e as coincidências para desprezarem a essência que distingue e define cada situação, pois, ainda que entre dois fatos haja profundas semelhanças, sem dúvida, cada um tem aquilo que lhe é peculiar e que no conjunto assinala as diferenças, bastando por em ordem às idéias para se alcançar a verdade essencial de cada qual e afastar os ajustes que só prejudicam à clareza do espírito analítico.
Assim, por exemplo, o positivismo doutrina filosófica formulada por Augusto Comte, que tem por divisa o Amor, a Ordem e o Progresso, sustenta que os mortos influenciam e governam os vivos, princípio afirmado também pelo Espiritismo que endossa aquela trilogia, ainda que sob outro entendimento, de tal sorte que, em razão da semelhança aparente dos conceitos, assentada no método indutivo, é possível que alguém, conclua que entre uma e outra doutrina inexistem diferenças, o que por certo constitui um erro crasso.
É óbvio que o positivismo ensinando que os vivos são governados pelos mortos se refere aos sábios ensinamentos ministrados por àqueles homens que edificaram a humanidade e que sempre são transmitidos aos vivos gerações após gerações e não àquela influência que os espíritos desencarnados exercem sobre os vivos, tal como preceitua Allan Kardec no Livros Dos Espíritos, questão nº 459, ocasião em que afirma que os Espíritos influenciam nossos pensamentos e ações muito mais do que imaginamos e que freqüentemente são eles que nos dirigem e governam, claro, quando renunciamos ao nosso livre arbítrio.
É certo que cada pessoa tem o direito de pensar de acordo com o seu grau de conhecimento e de interesse, mormente em se tratando de temas relacionados com a Doutrina Espírita, que por resultar de uma criteriosa observação científica e contemplar uma vertente filosófica, assevera o livre arbítrio do homem, sempre condicionado ao desenvolvimento de sua consciência, pelo que infere-se que o nosso tema, por ser de alta indagação e, consideradas as diferentes correntes filosóficas, está sujeito a inconciliáveis divergências, porém, nunca com fundamento no Espiritismo, que, sem dúvida, já é possível perceber, não se confunde com as doutrinas meramente espiritualistas.
Por isso, sempre vão surgir pessoas e autores, de variada formação moral, intelectual e religiosa, dispostos a interpretarem os fenômenos espíritas segundo suas conveniências e interesses, recorrendo a argumentos generalistas em que confundem Doutrina Espírita com doutrinas espiritualistas e, é nesse sentido que até mesmo autores espíritas, como é o caso de Carlos T. Rizzini, que postergando a importância da filosofia à formação do homem e à elaboração da ciência, em sua obra "Fronteiras do Espiritismo e da Ciência", segunda Edição, página 105, testemunha que "a filosofia é uma fase superada do desenvolvimento intelectual da humanidade, cujo valor é apenas histórico" como se fosse possível ao homem, ser essencialmente racional, viver sem indagar e refletir sobre tudo o que lhe rodeia.
É ainda, com base na liberdade de pensamento que algumas pessoas, não raros esclarecidas, aceitam a doutrina do panteísmo, segundo a qual Deus seria a resultante do somatório de todas as forças da natureza, o que significa confundir a criatura com o seu criador ou a causa com o efeito, enquanto outras, com a alma afogada em psicoses e manias, aceitam a metempsicose, doutrina que defende a transmigração direta da alma do animal para o homem e vice-versa, ou, em outras palavras, a possibilidade do espírito humano reencarnar em um animal, o que evidentemente a Doutrina Espírita rejeita categoricamente, como se depreende das questões nºs 14 e 611, inseridas no Livro dos Espíritos.
Seguindo essa linha de raciocínio e reportando-nos ao nosso título, lembramos que Carlos de Brito Imbassahy, na sua obra "Quem Pergunta Quer Saber", página 48, pergunta nº 30, recorrendo a "casos comprovadíssimos" ocorridos em sua própria casa, afirma claramente a reencarnação de animais, todavia, nesse ponto, é preciso decidir se ficamos com o autor antes citado ou com Kardec, que na pergunta 597 e seguintes, sustenta que os animais têm um princípio inteligente, independente da matéria e que sobrevive ao corpo, após a morte, o qual podemos denominar de alma, que, no entanto, em relação a alma do homem, guarda a mesma distância, que esta, guarda de Deus.
Assevera também que, depois da morte, "alma" dos animais, até então, um princípio inteligente, conserva sua individualidade, mas, não a consciência de si mesma e, por isso não têm escolha de se encarnar em um o outro animal, pelo que é quase que imediatamente aproveitada para outras finalidades no laboratório divino, sem tempo de se colocar em relação com outros seres, o que não a impede de continuar sua evolução e desenvolver as condições necessárias para que um dia possa se transformar em Espírito, tal como normalmente o concebemos, apto a ingressar na fase hominal.
Desejando esclarecer qualquer dúvida, no que diz respeito a mediunidade entre os animais, recorremos a comunicação inserta no Livro dos Médiuns - Allan Kardec - Páginas 272 a 276, dada pelo Espírito Erasto, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, 1861, que, partindo do princípio elementar, pelo qual "os semelhantes agem com seus semelhantes e como seus semelhantes" consolida o entendimento de que os nossos semelhantes são os Espíritos encarnados e desencarnados, isto é, àqueles que possuem perispírito semelhantes, porque são formados da mesma matéria fluídica, colhida no mesmo meio, pelo que criam uma afinidade especial que permite, no mesmo nível, uma espécie de fusão que facilita as comunicações que entre eles se estabelecem.
Ademais, garante que a ação do espírito sobre a matéria, animando-a, não é suficiente para confirmar, ainda que arrimado no aforismo pelo qual "quem pode o mais pode o menos", a existência de mediunidade entre os animais, posto que uma simples comunicação requer a participação do médium, consciente ou não, com a doação de seus fluidos, que são similares ao do Espírito e que logicamente não encontramos nos animais.
Conceber o contrário, declara o iluminado Espírito Erasto, é confundir o perfectível (o homem), com o imperfectível (o animal), pois que a substância que anima o animal, não tem nenhuma "aptidão para se misturar, se unir e fundir com o sopro divino da alma etérea", e, se Deus, dotou o animal de certa dose de inteligência, foi exatamente para que ele possa compreender e servir o homem, naquilo que ele necessita, visto que não estando submetido à lei do progresso, tal como foi criado, tal permanecerá e ficará até a extinção de sua raça.
Assim, resulta claro que, aceitar a mediunidade nos animais e portanto a possibilidade que eles após a morte, possam estabelecer comunicação com os homens, é desejar "animalizar" o homem em razão do cometimento de um crime bárbaro, num momento de ilucidez, ou "humanizar" o animal por expressar, num dado instante, rudimentar inteligência, o que configura inútil tentativa, própria de quem, por não admitir ou desconhecer que a inteligência não é um atributo do cérebro humano e sim energia vinculada ao espírito, recusa a força da lógica, da razão e do bom senso.
É óbvio que o positivismo ensinando que os vivos são governados pelos mortos se refere aos sábios ensinamentos ministrados por àqueles homens que edificaram a humanidade e que sempre são transmitidos aos vivos gerações após gerações e não àquela influência que os espíritos desencarnados exercem sobre os vivos, tal como preceitua Allan Kardec no Livros Dos Espíritos, questão nº 459, ocasião em que afirma que os Espíritos influenciam nossos pensamentos e ações muito mais do que imaginamos e que freqüentemente são eles que nos dirigem e governam, claro, quando renunciamos ao nosso livre arbítrio.
É certo que cada pessoa tem o direito de pensar de acordo com o seu grau de conhecimento e de interesse, mormente em se tratando de temas relacionados com a Doutrina Espírita, que por resultar de uma criteriosa observação científica e contemplar uma vertente filosófica, assevera o livre arbítrio do homem, sempre condicionado ao desenvolvimento de sua consciência, pelo que infere-se que o nosso tema, por ser de alta indagação e, consideradas as diferentes correntes filosóficas, está sujeito a inconciliáveis divergências, porém, nunca com fundamento no Espiritismo, que, sem dúvida, já é possível perceber, não se confunde com as doutrinas meramente espiritualistas.
Por isso, sempre vão surgir pessoas e autores, de variada formação moral, intelectual e religiosa, dispostos a interpretarem os fenômenos espíritas segundo suas conveniências e interesses, recorrendo a argumentos generalistas em que confundem Doutrina Espírita com doutrinas espiritualistas e, é nesse sentido que até mesmo autores espíritas, como é o caso de Carlos T. Rizzini, que postergando a importância da filosofia à formação do homem e à elaboração da ciência, em sua obra "Fronteiras do Espiritismo e da Ciência", segunda Edição, página 105, testemunha que "a filosofia é uma fase superada do desenvolvimento intelectual da humanidade, cujo valor é apenas histórico" como se fosse possível ao homem, ser essencialmente racional, viver sem indagar e refletir sobre tudo o que lhe rodeia.
É ainda, com base na liberdade de pensamento que algumas pessoas, não raros esclarecidas, aceitam a doutrina do panteísmo, segundo a qual Deus seria a resultante do somatório de todas as forças da natureza, o que significa confundir a criatura com o seu criador ou a causa com o efeito, enquanto outras, com a alma afogada em psicoses e manias, aceitam a metempsicose, doutrina que defende a transmigração direta da alma do animal para o homem e vice-versa, ou, em outras palavras, a possibilidade do espírito humano reencarnar em um animal, o que evidentemente a Doutrina Espírita rejeita categoricamente, como se depreende das questões nºs 14 e 611, inseridas no Livro dos Espíritos.
Seguindo essa linha de raciocínio e reportando-nos ao nosso título, lembramos que Carlos de Brito Imbassahy, na sua obra "Quem Pergunta Quer Saber", página 48, pergunta nº 30, recorrendo a "casos comprovadíssimos" ocorridos em sua própria casa, afirma claramente a reencarnação de animais, todavia, nesse ponto, é preciso decidir se ficamos com o autor antes citado ou com Kardec, que na pergunta 597 e seguintes, sustenta que os animais têm um princípio inteligente, independente da matéria e que sobrevive ao corpo, após a morte, o qual podemos denominar de alma, que, no entanto, em relação a alma do homem, guarda a mesma distância, que esta, guarda de Deus.
Assevera também que, depois da morte, "alma" dos animais, até então, um princípio inteligente, conserva sua individualidade, mas, não a consciência de si mesma e, por isso não têm escolha de se encarnar em um o outro animal, pelo que é quase que imediatamente aproveitada para outras finalidades no laboratório divino, sem tempo de se colocar em relação com outros seres, o que não a impede de continuar sua evolução e desenvolver as condições necessárias para que um dia possa se transformar em Espírito, tal como normalmente o concebemos, apto a ingressar na fase hominal.
Desejando esclarecer qualquer dúvida, no que diz respeito a mediunidade entre os animais, recorremos a comunicação inserta no Livro dos Médiuns - Allan Kardec - Páginas 272 a 276, dada pelo Espírito Erasto, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, 1861, que, partindo do princípio elementar, pelo qual "os semelhantes agem com seus semelhantes e como seus semelhantes" consolida o entendimento de que os nossos semelhantes são os Espíritos encarnados e desencarnados, isto é, àqueles que possuem perispírito semelhantes, porque são formados da mesma matéria fluídica, colhida no mesmo meio, pelo que criam uma afinidade especial que permite, no mesmo nível, uma espécie de fusão que facilita as comunicações que entre eles se estabelecem.
Ademais, garante que a ação do espírito sobre a matéria, animando-a, não é suficiente para confirmar, ainda que arrimado no aforismo pelo qual "quem pode o mais pode o menos", a existência de mediunidade entre os animais, posto que uma simples comunicação requer a participação do médium, consciente ou não, com a doação de seus fluidos, que são similares ao do Espírito e que logicamente não encontramos nos animais.
Conceber o contrário, declara o iluminado Espírito Erasto, é confundir o perfectível (o homem), com o imperfectível (o animal), pois que a substância que anima o animal, não tem nenhuma "aptidão para se misturar, se unir e fundir com o sopro divino da alma etérea", e, se Deus, dotou o animal de certa dose de inteligência, foi exatamente para que ele possa compreender e servir o homem, naquilo que ele necessita, visto que não estando submetido à lei do progresso, tal como foi criado, tal permanecerá e ficará até a extinção de sua raça.
Assim, resulta claro que, aceitar a mediunidade nos animais e portanto a possibilidade que eles após a morte, possam estabelecer comunicação com os homens, é desejar "animalizar" o homem em razão do cometimento de um crime bárbaro, num momento de ilucidez, ou "humanizar" o animal por expressar, num dado instante, rudimentar inteligência, o que configura inútil tentativa, própria de quem, por não admitir ou desconhecer que a inteligência não é um atributo do cérebro humano e sim energia vinculada ao espírito, recusa a força da lógica, da razão e do bom senso.
#animais #gatos 
~João Chene~