O Partido do “Mais Dinheiro no Bolso”
Firmou espúria parceria,
Com o Partido dos Tenebrosos.
No início, o resultado até parecia
Favorável ao país, com fartos almoços,
Que seriam distribuídos à população.
Mas, multiplicaram-se os casos escabrosos,
E nem mesmo um pouco de esperança restou,
Pra matar a fome, num simples “restô”,
Na periferia, à margem das rodovias.
Instalaram uma extensa REDE de corrupção,
Capaz de deixar o mais pacato cidadão,
VERDE de vergonha, revolta, ira e decepção,
Descrente da governança e do SOLIDARIEDADE,
Pois o Regime não encontrou SUSTENTABILIDADE.
Seus recursos materiais foram dilapidados.
Seus símbolos e valores morais afrontados.
A imensa e diversificada “base aliada”,
Que tem dentes afiados e língua afiada,
Para inverter a verdade, exaltar a mentira
E devorar o Orçamento da Nação,
Desmoronou por obra da “delação premiada”,
Movida pelo temor de longa punição.
Assim, a cada nova revelação
Constatou-se os milhões desviados
Em favor de ególatras e de ditaduras,
Reafirmando que as agremiações políticas Incontáveis,
Constituídas de falsos notáveis,
Não têm nenhum IDEAL REPUBLICANO.
São apenas especialistas em artimanhas,
Que lhes garantem sucessivas reeleições,
E jamais cogitam sobre os anseios
Dos seus eleitores, quase todos, miseráveis.
Uns até revelam-se bons frasistas,
Mas, em verdade, todos são farsistas,
Com acentuados toques fascistas.
Eles desfrutam de privilégios inimagináveis:
Plano de saúde integral e vitalício,
Cartões corporativos, verbas de gabinete,
Para sustentar assessorias e outros vícios,
Enquanto o cidadão abandonado,
Segue o seu destino, desolado,
Suportando impostos, sob porrete.
Eles, os chefes dessa vil quadrilha,
O nosso Brasil estraçalhou,
Impôs à sociedade a inversão de valores,
Acentuou a divisão das classes sociais
A desordem, o desemprego, a recessão,
A banalização da vida, a vulgarização da cultura,
O incentivo ao consumo e ao tráfico de drogas,
A mendicância, a preguiça e a vadiagem.
Cínicos! Fariseus exponenciais,
Invocam décadas de serviços prestados,
Em defesa da Liberdade, da Democracia,
Do bem estar social e do crescimento da economia,
Mas o país desce a ladeira, na benguela,
E o povo, coitado, acompanha-o, banguela.
Hoje o Brasil repartido entre os PARTIDOS,
Sob o comando de vis POLÍTICOS,
Chora e invoca firme reação,
Dos verdadeiros amantes da Ordem,
Para afastar seus filhos paralíticos,
Moralmente, mentalmente, emocionalmente...
Ah, os chefes dessa vil quadrilha,
Que se apossou do povo e do Estado,
São os donos de sítios e de belas ilhas,
São tenebrosos bandidos,
Que do país deviam ser banidos,
E pelos braços de um carrasco indignado
Suportarem mais de mil chibatadas,
Em nome da honra do país, por eles aviltada.

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