Gravitam em torno de ouro e poder.
Olvidam, com a Lei e a Ética, o sagrado dever.
Verdadeiros abutres, assaltam o erário,
Em parcerias com espúrios empresários. Cúmplices e clientes.
Reservam-se o máximo de luxo e prazer,
No entanto, ao cidadão, negam o necessário.
Aloprados, hipócritas, cínicos e vigaristas
Nem de longe lembram um estadista.
Julgam-se sábios, não passam de sabidos.
“Topam tudo por dinheiro”. Uns dizem-se socialistas.
É esse o nosso atual e triste cenário,
Sobrepondo-se aos justos anseios da nação. Parentes e aderentes.
Diariamente, anunciam os jornais,
Operações da laboriosa Polícia Federal,
Buscando lícitas provas materiais;
Rompendo com a velha tradição:
Algemas estão reservadas aos pretos e pobres.
Sérgio Moro, lembra Berlim, e repetindo o moleiro,
Inscreve nos “anais” dos falsos republicanos:
Lei é igual pra todos os humanos.
(E que Deus proteja e fortaleça as raras exceções,
Presentes em nossas maduras Instituições;
Nos livre dos comunistas matreiros,
Fantasiados de democratas liberais,
Que querem “venezuelar” o Brasil,
E nos torturar e nos escravizar.
A eles, óleo de peroba e buril
João Chene

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